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Inferno é elogiado pela crítica

A maioria das críticas para o álbum “Inferno” tem sido bastante positiva, todas destacando o trabalho artístico e o grande vocal de Petra Marklund. Enquanto o “September Brasil” não apresenta uma análise faixa a faixa, aí estão as análises já feitas:

Scandipop: ” É a produção que fornece os maiores momentos WOW e contribui para o sentimento geral de “sim, este é um álbum muito bom”. http://www.scandipop.co.uk/petra-marklund-inferno-album-review/ (original em inglês)

Music Court: “Você não precisa saber sueco para apreciar esse álbum. É um maravilhoso álbum para se ouvir e faz justiça a maravilhosa voz de Petra”.  http://musicourt.blogspot.gr/2012/10/petra-marklund-inferno.html (original em inglês)

DN.SE: “É um álbum coeso, soberbamente bem escrito, e em alguns momentos ele pode levantar e voar – produção total de espaço e luz, Marklund forte e presente” http://www.dn.se/kultur-noje/skivrecensioner/petra-marklund-inferno (original em sueco)

BT.SE: “Inferno é um bom álbum, notavelmente livre de ostentação e confusão produzidos em excesso. Realmente emocionante em alguns lugares” http://www.bt.se/kulturnoje/skivor/petra-marklund-sa-mycket-morkare(3481285).gm (original em sueco)

Swedish Stereo: “Não é diretamente comercial, mas sim um pop muito artístico, como nada que possa escutar na Suécia atualmente” http://swedishstereo.blogspot.com.br/2012/10/petra-marklund-inferno.html

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Inferno – a análise!

Como sempre faz com os artistas suecos, o site Scandipop ouviu e analisou o álbum “Inferno”, de Petra Marklund/September. A análise não é tão empolgante como foi a de “Händerna Mot Himlen”, mas deve ser lida com calma. E, claro, análises são sempre análises, subjetivas, interpretativas.

Contudo, de forma geral, o álbum foi bem visto pelo site. Em um trecho, o descreveu como “‘Inferno’ é inegavelmente um bom álbum. E deverá alcançar mais sucesso do que qualquer álbum lançados como September (bem-sucedidos como foram)”

O Scandipop destacou a produção de Inferno como  o ponto principal: “ela fornece os melhores momentos do álbum e contribuem para o sentimento geral de ‘sim, este é um álbum muito bom”.

“Aska i Vinden”, “Vad Som Helst”, “Krig”  e “Händerna Mot Himlen”  foram consideradas as melhores músicas de Inferno.

E, a partir de amanhã (08), o site trará o preview de uma música por dia! Fiquem atentos!

 

Análise na íntegra (em inglês)

Petra Marklund releases her first post-September album in less than two weeks! Starting from tomorrow, we’re gonna be previewing each of the tracks from the album, ‘Inferno’ on here. But before all that, let’s have a review, shall we? Ok.

Regular readers will either be aware, or at least have had an inkling, of the fact that we were in two minds about this whole Petra-Marklund-releasing-an-album-as-Petra-Marklund-instead-of-as-September issue. On the one hand it’s the same woman, so chances are she’s gonna put out another great album, regardless of moniker. Plus the signs were positive with the lead single from ‘Inferno’, the amazing ‘Händerna Mot Himlen’. BUT, on the other hand, this all reeks far too much of chasing ‘credibility’. And normally when a pop or dance artist chases such a thing, we always get left behind. Forgotten about. As do all the other fans.

‘Händerna Mot Himlen’ appeased for two reasons. Firstly because it’s jolly brill. But secondly, because it’s actually not a million miles away from September, and it doesn’t take too much of a stretch of the imagination to know that it’s the same artist behind both. ‘Inferno’ however, is actually that world away from September that we had feared. But we were very wrong to have feared it in the first place. And that’s because this new aforementioned world is actually a ruddy marvellous place to inhabit also.

So, in short: Does ‘Inferno’ sound like those September albums of old that we cherish? No, nothing like it. But does that matter? No, not in the slightest – it’s really very good. Very very good, in fact.

After quite a few listens, we’ve obviously got our favourites already – the songs that we’ve fallen for more so than others. And strangely enough, we’ve actually found that the album picks up some serious pace more towards the end, as opposed to all of the highlights being front loaded. Tracks 7 – 10 (‘Aska i Vinden’, ‘Vad Som Helst’, ‘Krig’ and ‘Händerna Mot Himlen’) is where the bits of brilliance lie on this album. They’re each incredible songs offering up something amazing to listen to – particularly the production on each of them. They’re the four that we keep coming back to. And then other album highlights are ‘Nummer’, ‘Kom Tillbaks’, and ‘Sanningen’. Plus ‘Fred’ has turned out to be quite the grower, if you allow it to be.

Lowlights (in comparison to the flashes of amazingnessness) are ‘Inferno’s book ends – the opening and closing tracks ‘Easy Come, Easy Go’ and ‘Svarta Moln’. They’re exactly the sort of songs we didn’t want from a September-turns-Petra-Marklund album. Much too dark. And actually, just really really boring too. And ‘Förlorad Värld’ is another one we’re not a fan of. It just seems like a cynical try-hard parody of a particularly faceless Coldplay song.

Muchos kudos must(os) go to Daniel Ledinsky & Saska Becker for their work on the production on this album. They’ve produced everything on here all on their lonesome (with Salem Al Fakir popping up as a co-producer on one track, ‘Förlorad Värld’). And it has to be said that the production on ‘Inferno’ is definitely the best thing about it. That’s not to take anything away from the songwriting, or from Petra’s vocal – both also worthy of high praise in their own right – but it’s the production that supply the biggest WOW moments, and contribute to the overall feeling of “yes, this is a very good album this“.

And thus we find ourselves in a somewhat frustrating position. ‘Inferno’ is an undeniably great record, and is more than likely going to go on to be much more successful in Sweden for Petra than any of September’s albums ever have been (successful as they were). So where does that leave us with our beloved September?…… Well, we don’t think the future looks too bright for September. But it does seem extremely bright for Petra Marklund.

Starting from tomorrow we’re gonna be previewing each of the new tracks from ‘Inferno’. A clip of a new song every day up until the album’s release in Sweden on October 17th. And if you live outside of Sweden, you can already pre-order the album from our online store here.

Fonte: Scandipop

Love CPR – Review

Depois de meses de ansiedade, o Love Cpr foi lançado, para a alegria dos fãs. O site September Brasil faz agora a análise do novo álbum da melhor cantora dance da atualidade. Leia, comente, concorde, discorde e compre a sua cópia!

O álbum Love CPR é um passo à frente para September. Alguns fãs irão desconfiar de início, mas logo depois vão se render. Cada faixa é especial. O álbum conta com uma produção muito mais complexa do que os anteriores. September se renova, mas mantém a sua identidade.

É clara a vontade de seguir em frente, mas há o medo de desapontar os fãs de longa data. Resuscitate me, Walk Alone e My Emergency são o tipo de som que soam “September” logo de cara. E foram feitas pensadas nesses fãs antigos, mas com uma produção mais elaborada e contemporânea.

O primeiro single, Resuscitate Me, já se firmou como uma das melhores músicas do ano. A junção dos vocais tristes e dos dois refrões, somados a um clipe efeitov, a tornaram especial. “Res-sus-cita-me, Oh yeah” ecoa na cabeça de qulquer um.

“Karlekens tunga”, o single promocional, regravação de um sucesso sueco, é a maior amostra de como o eletro e o dance podem dialogar bem. O melhor dos covers de September.

My Emergency tem que ser single. O refrão é super grudento e a letra tem tudo aquilo que uma música de September pode oferecer – amor, desilusão e arrepios. O fim, numa tensão crescente, é genial.

Walk Alone deveria ter sido estendida. É muita boa pra acabar em 2:51 e abruptamente! Mesmo assim, pra quem é fã das melodias obscuras, como a de Rest in Peace e Until i Die, é a mais apetitosa do álbum, dessas de ficar no ‘repeat’ por semanas.

Apesar do título, Love CPR é um álbum de festa. Party in my Head anuncia com clareza o que estar por vir. Uma ótima provocação. “I don’t care if the whole club is dead, cause the party is in my head”. Cheira a sucesso. Será? Tem tudo para que sim. Apesar do forte uso de auto-tune,a estrutura é bem comercial e tem apelo instantâneo com as massas.

September tem os refrões mais ‘singalong’ da música escandivana. Heat Rising é o melhor exemplo – o refrão mais forte do álbum, que explode após o começo obscuro e o vocal grave. A letra não é das mais inteligentes, mas a melodia ofusca isso. É uma canção pras pistas, né?

Se Heat Rising esquentou, Hands Up chega pra mandar todos mundo colocar a mão no ar e se entregar à batida. Esta é uma das músicas que mexem com os sentidos. Um experimento que deu certo. Mas, dentre tantos boas canções, ela não consegue se destacar.

Não dá pra abaixar o som. Bump and Ride não quer nada mais do que te manter levantado! Sem compromisso e com uma letra divertida, a música é uma das mais leves, perfeita para os clubes.

“Nobody Knows”, a bonus track do Itunes, segue a mesma linha “club”. Os vocais masculinos, misturados ao de September, são uma boa pedida pro mercado norte-americano.

As inovadoras “Music”, “Ricochet”, “Intimate Connection” e “White Flag” poderiam estar num álbum da Kylie – seguem um esquema mais eletro do que dance. O destaque fica pras duas primeiras, que mostram esse novo lado de September. São super produções, que pecam um pouco pelo abuso do uso do “autotune”. Em alguns momentos, parece que os produtores queriam brincar com o software. De qualquer forma, são ótimas adições ao álbum.

Music merece um parágrafo. Toda a construção da música chama a atenção, mas o brilhante riff eletrônico ao fim do som vale já o álbum. Sério. Pra quem curte as minúcias de uma música, esses segundos são preciosos.

Os anos 90 são revividos em “Something’s going on”. Nesta, o autotune foi bem utilizado, apesar de eu ter ficado urioso pra saber como seriam os vocais sem o efeito.  Single?

A balada Walk Away tem uma boa letra. O piano fez falta, principalmente por conta das outras excelentes baladas do álbum, Teddybjornen Fredriksson e Vem Ska Jag Tro På, que abusam do instrumento. As músicas em sueco mostram toda a qualidade vocal e a sutileza de Petra. Muito bom ouvi-la cantando assim.

Mikrofonkat, que deu o ponta pé nesse sucesso todo,  ficou por último na análise. Mas, pra quem já fez sua parte de lead single, turbinando as vendas do álbum, não é nada.A música mudou os rumos da carreira de September não por acaso. Uma das produções mais inteligente, soube aproveitar a  antiga estrutura da pusica de Petter para criar um contagiante eletro/dance.

Me and My Microphone, a versão em inglês, agrada, mas não convence como “Mikrofonkat”.

Love CPR  agrada tanto aos fãs quanto aos que acompanham dance e eletropop. Ele abre novas oportunidades para September, sem fechar as antigas. É um álbum conciliador e muito moderno. Um acerto.

4,8/5